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Depoimento de Antônio Rocha

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Boa tarde, tudo bem?

Meu nome é Antônio Rocha, sou diabético há mais de 40 anos, fiquei diabético com 1 ano e 2 meses de idade. Pratico atividade física, hoje diariamente, por cerca de 1 h 30 min. Por um acaso até hoje não desenvolvi uma lesão decorrente do diabetes, não tenho um único micro aneurisma na retina, tenho ótima condição renal, minha eletroneuromiografia de membros superiores e inferiores feita em final de 2010 pelo Sérgio Szklarz tem como conclusão: normal.

 

Disse por um acaso porque à época em que fiquei diabético se usava NPH e só em casos extremos se usava a Regular. Não existia glicosímetro, nem Lantus, nem Levemir, nem insulinas ultra-rápidas, os testes eram feitos com base na urina que era colocado em tubo de ensaio com um “veneno” intitulado de reagente de Benedict. Meu escore de cálcio coronariano é zero. Não tenho obstruções nas carótidas nem nas vertebrais (exame feito com Luciano Belém no Pró cardíaco).

 

Minha condição cardiorrespiratória em 2010 foi avaliada na esteira Pró cardíaco pelo Luciano Belém e pelo Fernando César, resultado: excelente. Minha freqüência cardíaca em repouso é de 64, aproximadamente. Meu perfil lipídico é de fazer inveja a quem não é diabético, 33 de triglicérides, 46 de LDL e 114 de HDL. Vale à pena fazer atividade física intensa e ingerir gordura saturada de forma moderada. Não fumo, não bebe, não excedo na alimentação, evito excesso de CHO e não como doces dietéticos, a uma, porque o gosto é medonho, a duas, porque para mim acarreta diarréia ainda que usado de forma comedida. Não uso nem refrigerante zero.

 

Quando eu tinha mais ou menos 7 ou 8 anos lançaram um refrigerante de nome TAB, que provavelmente por interesses comerciais foi logo retirado do mercado. E eu me acostumei a não fazer uso de refrigerante. Hoje os refrigerantes ditos light, diet e zero não mais exercem qualquer atração para mim. Vivi anos da minha vida sem eles e não será hoje que farei uso de tal produto. Desde o surgimento dos glicosímetros no Brasil, por volta de 1985, passei a fazer um controle super estrito que à época em que desenvolvi a doença que me levou à internação no Hospital dos Servidores do Estado em razão de cetoacidose não era possível.

 

A internação foi determinada pelo inolvidável Professor José Procópio Rodrigues do Valle. Após a comercialização no Brasil da 1ª insulina ultra-rápida (leia-se: Humalog) passei a usá-la constantemente. A essa época já fazia múltiplas doses de insulina NPH associada a várias doses de Humalog. Como sou diabético há muitos anos e à época em que abri o processo não tinha praticamente nenhum recurso como existe hoje, v.g., sistema de infusão contínua de insulina, que apenas faz uso da ultra-rápida (seja, Apidra, NovoRapid ou Humalog) a título de basal administrada de forma super fracionada e bolus de refeição e correção, hoje procuro fazer um controle super rigoroso, faço glicada de 5,6% e frutosamina de 2.83 mmol/L.

 

Confesso que hoje fico procurando exames e mais exames a fim de checar minha condição. Quando fiquei diabético meu primeiro endócrino foi o Francisco Arduino, escolha é claro do meu pai, pois quem tem 1 ano e pouco não escolhe médico, depois por motivos que nunca indaguei do meu pai o Francisco Arduíno foi substituído pelo Procópio do Valle com quem fiquei até quando ele teve condições de exercer a medicina. Meu médico atual também já está idoso, mas ainda exerce a medicina e por isso aqui deixarei de declinar seu nome, embora tenha por ele um grande respeito.

 

Sou imensamente grato aos três grandes endócrinos de cuidaram de mim e numa época em que eu era uma “avezinha” rara me mostraram que um homem não vale pelas pernas, mas pela cabeça. Hoje se escuta a torta e a direito que fulano é diabético, quando entrei para escola essa doença não era badalada, era algo quase que inusitado. Não sei qual a condição dos meninos, hoje, homens maduros que eu conheci no Hospital dos Servidores do Estado, mas acredito que a grande maioria tenha perdido a visão, faça diálise ou hemodiálise, tenha amputado algum dedo ou mesmo uma perna.

Não sei o quê aconteceu com aqueles meninos. Decerto que muitos já faleceram. Eu acho que contei com bons médicos, apesar de poucos recursos disponíveis, contei com minha disciplina, contei com a participação do meu pai, que me proporcionou condições de me tornar engenheiro. Hoje temos Internet etc. etc., a relação médico-paciente mudou muito, não sei se para melhor ou para pior, mas que mudou, mudou. Hoje, paciente “dá pitaco”, pede esse ou aquele exame, discorda do médico e na minha opinião até desrespeita os profissionais de saúde, da mesma forma que os pais hoje são desrespeitados.

 

Outro dia fiz um Doppler Collor de membros inferiores arterial e o médico que executou disse o exame disse o seguinte: “pelo tempo de diabetes que você tem eu espera uma obstrução generalizada, no entanto, não há uma única obstrução, parabéns.” Acho que a sorte sempre esteve ao meu lado, apesar do meu empenho que é algo que foge ao padrão. Quando cheguei em casa observei que o exame supracitado, salvo melhor juízo, não examina vasos “pequeninos”.

 

Consta das observações gerais do exame o seguinte: “avaliamos bem o sistema arterial desde a região inguinal até o dorso do pé”. Fala em artéria femoral, artéria poplítea, tronco tíbio-fibular, artéria tibial. Indago: o exame que fiz não pegou vasos finos, bem pequeninos, que, salvo engano, é onde se localizam os problemas de “obstruções” dos diabéticos.

 

Estou certo ou errado? Há algum exame que tenha como avaliar os vasos que ora chamo de superfinos? Abraço, Antonio Rocha

Cuidado com nossos filhos!

segunda-feira, janeiro 25th, 2010

Cuidado com nossos filhos!!!

Eis aqui um testemunho autêntico. 

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem e melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de ‘Floripa’, Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no ‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira”.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira ‘doidona’, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os otários’ não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um Apto. no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao Apto. dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado “Cigarro de Maconha”, que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.

Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’. Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 20,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes a gente conseguia o ‘extasy’, dançávamos nos ‘Points’ à noite inteira e depois… farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida …

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas…. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca …
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.


 

Minha História - Cristiana

quarta-feira, outubro 22nd, 2008

Depoimento: Cristiana, Belo Horizonte - Minas Gerais

Eu, Cristiana, tenho 31 anos e sou mãe de Gabriela, que tem 3 anos e, recentemente, recebemos o diagnóstico da doença. Em 09/01/2008, Gabriela foi internada no hospital infantil São Camilo, em Belo Horizonte, ontem, ficou por 5 dias no CTI e recebeu alta após 7 dias de internação, saindo do hospital com o diagnóstico de diabetes tipo 1.

Como mãe, senti que o meu mundo estava se acabando. Um enorme vazio e medo tomaram conta de mim. Pensei que não iria dar conta de cuidar da minha filha. Ver minha pequena dependente de uma medicação, sendo furada por agulhas, várias vezes ao dia, tendo que lidar com uma alimentação rígida e controlada e ainda ter que explicar para uma criança de 3 anos o porquê que, de repente, tudo aconteceu assim…. Foi e ainda está sendo muito difícil!

Foi uma mudança radical em nosso lar, em nossa família e, desde então, estamos tentando lidar com a doença e fazer com que a Gabriela leve uma vida o mais normal, dentro do possível. O que mais nos entristece é que, após 7 meses de convívio com o diabetes, ainda não conseguimos um controle sob ele. As glicemias da Gabriela ainda oscilam muito. Temos muitas dúvidas quanto aos alimentos, médicos e tipos de insulinas e os medos persistem.

Mas, desde o dia em que resolvi compartilhar a nossa história digo minha, do meu esposo e de Gabi, quando decidi buscar ajuda com outras mães e vivenciar as mesmas experiências das quais eu estava passando, pude ver que eu não era a única no mundo, que as minhas dificuldades poderiam ser superadas e graças a DEUS estão sendo superadas.

Minha primeira grande mudança foi a troca de médico. Há 1 mês e 15 dias estamos em tratamento com Dr. Rodrigo Lamounier, uma pessoa maravilhosa, que apareceu em nossas vidas e que nos encheu de esperança e nos fez enxergar a diabetes com outros olhos!

Sabemos que ainda temos um longo caminho a percorrer, temos muito que aprender, mas estamos mais confiantes e seguros. A glicemia da Gabriela está mais controlada, ela se sente mais tranqüila, menos nervosa e tem nos ajudado muito!

Hoje, eu gostaria de deixar um recado para todas as mães que procuram uma palavra acolhedora e que se sentem ainda perdidas! Olha, por mais que seja difícil ver nossos pequenos tendo que passar pela rotina diária das agulhas de insulina, do controle da glicemia e do controle da alimentação saiba que temos crianças normais que podem fazer tudo, correr, pular, nadar, estudar, brincar. São crianças que têm a capacidade de se tornarem profissionais qualificados, atletas, pais e mães de família, ou seja, podem ser o que quiserem em suas vidas!

Precisamos fazer como que nossos filhos levem uma vida normal e temos que acreditar que podemos cuidar deles. Devemos transmitir a eles a segurança e a confiança necessária, sempre! Mas se algum dia acontecer de se sentir cansada, desanimada sem força e sentir tudo muito difícil, peça ajuda a uma pessoa muito poderosa: a Deus. Ele vai te escutar e ele pode realizar o impossível, sempre, e só ele pode transformar nossas vidas.

Um grande abraço, que Deus ilumine e proteja, sempre, os filhos e que venha a cura. Se não for pela mão poderosa de Deus, que venha pela mão do homem.

Minha História - Fernando Carlos de Paula

terça-feira, setembro 16th, 2008

Quando o blog da SBD surgiu, uma das propostas era de deixar um canal aberto de comunicação para quem tem diabetes contar um pouco da sua história. Já tivemos alguns relatos, como o da jornalista Paula Camila, que faz parte da equipe do site.

Neste post,veja o depoimento de Fernando Carlos de Paula, Natal, Rio Grande do Norte, enviado por email para o blog da SBD. Muito obrigado pela sua participação e aí vai o convite a todos que nos visitam. Escrevam suas histórias e lembrem que o pensamento positivo vai ajudar muita gente a superar e levar a vida de uma forma diferente.

Depoimento: Fernando Carlos de Paula - Natal - Rio Grande do Norte

Prezados amigos da SBD, no último dia 02/09/2008 completei 55 anos de diabetes tipo 1 e 63 anos de idade sem ter ainda nenhuma seqüela da doença. Para mim esta conquista é uma vitória, pois quando foi diagnosticado que eu era diabético em 1953 ouvi o médico dizer aos meus pais que eu não teria muitas chances de sobreviver por muito tempo.

Nos anos 50 o controle do diabetes era muito difícil, principalmente onde nasci, no interior do Rio de Janeiro.

No começo tudo era muito complicado, a insulina era de origem suína, as seringas eram de vidro e as agulhas 10×5 tinham que ser fervidas. Era um verdadeiro martírio. Só existia um tipo de adoçante chamado sacarina que era horrível, pois deixava um grande amargo nos alimentos.

Controlava-se a glicemia precariamente através da mistura de urina ao reativo de Benedict e depois fervidas em um tubo de ensaio. Hoje em dia é facílimo controlar o diabetes, pois apesar dos preços proibitivos os testes de glicemia são de grande precisão, existem doces, sorvetes, refrigerantes, biscoitos e etc. tudo própio para diabéticos.

As seringas e canetas para aplicação de insulina são maravilhosas.

Este pequeno depoimento destina-se a todos os diabéticos para que tenham perseverança, pois se seguirem corretamente o tratamento, orientado por seu médico, e aceitar a doença com resignação certamente você poderá viver até mais que uma pessoa sem o diabetes.

Tenho uma saúde ótima todos os meus exames estão dentro dos padrões da normalidade.

Segue abaixo um ditado que vi há muito tempo e achei interessante:
“SE QUERES VIVER MUITO ADQUIRA UMA DOENÇA CRÔNICA E TRATE DELA COM CARINHO”

Agradeço ao meu segundo médico Dr. Paschoal Baldi ainda vivo, mas já aposentado, que me tratou e orientou durante a minha infância e adolescência. Agradeço a minha dedicada esposa por estes 30 anos de casamento e ajuda no controle do meu diabetes e aos meus dois filhos maravilhosos. Deus abençoe a todos.