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	<title>Comentários sobre: Minha História - Cristiana</title>
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	<description>Sociedade Brasileira de Diabetes</description>
	<pubDate>Thu, 17 May 2012 03:49:47 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Aliene</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44518</link>
		<dc:creator>Aliene</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 00:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>Boa noite!
Cristina, passei muito recentemente pelo que você passou com a minha filha Júlia de 07 anos, ela também ficou internada assim que recebemos o diagnóstico do diabetes tipo 1, foi um susto muito grande. Estou me sentido completamente sem chão e impotente, porém tenho uma família maravilhosa que está a todo instante ao meu lado e do meu marido.
Ela toma 2 tipos de insulina (4x) ao dia quando necessário ou (2x)pela manhã, mais fura o dedinho a cada refeição. Ela se trata em um hospital muito bom que é referência para tratamento de Diabetes.
Ainda tenho muitas dúvidas, mas sempre tem alguém que me orienta, também converso com muitas pessoas.
Gostaria muito de trocar experiências com você também. Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite!<br />
Cristina, passei muito recentemente pelo que você passou com a minha filha Júlia de 07 anos, ela também ficou internada assim que recebemos o diagnóstico do diabetes tipo 1, foi um susto muito grande. Estou me sentido completamente sem chão e impotente, porém tenho uma família maravilhosa que está a todo instante ao meu lado e do meu marido.<br />
Ela toma 2 tipos de insulina (4x) ao dia quando necessário ou (2x)pela manhã, mais fura o dedinho a cada refeição. Ela se trata em um hospital muito bom que é referência para tratamento de Diabetes.<br />
Ainda tenho muitas dúvidas, mas sempre tem alguém que me orienta, também converso com muitas pessoas.<br />
Gostaria muito de trocar experiências com você também. Um abraço</p>
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		<title>Por: Sandra Duarte Fadiga de Almeida</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44289</link>
		<dc:creator>Sandra Duarte Fadiga de Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 13:06:34 +0000</pubDate>
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		<description>Queria dizer uma coisa, DEUS nunca manda pra nós o que não somos capazes de superar. Ele nos deu isso para mostrar que somos fortes o suficiente e acima de tudo somos mães mais do que especiais por termos filhos maravilhosos e muito abençoados pela mão de DEUS. 
Beijos a todas as pessoas que passam por esta luta diária
..Fé em Jesus Cristo! nosso único e eterno salvador! Amém..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queria dizer uma coisa, DEUS nunca manda pra nós o que não somos capazes de superar. Ele nos deu isso para mostrar que somos fortes o suficiente e acima de tudo somos mães mais do que especiais por termos filhos maravilhosos e muito abençoados pela mão de DEUS.<br />
Beijos a todas as pessoas que passam por esta luta diária<br />
..Fé em Jesus Cristo! nosso único e eterno salvador! Amém..</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Miriam Melo</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44231</link>
		<dc:creator>Miriam Melo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 16:35:55 +0000</pubDate>
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		<description>Oi pessoal,aqui é a Miriam,lendo todos esses depoimentos eu fico até com um nó na garganta e os olhos cheio d´água me lembrando da época que eu me sentia muito mal,ás vezes todos os dias enjoada,com tontura,tão fraca que ñ conseguia nem me levantar,claro que no meu caso ñ era diabetes,mas os sintomas eram muito parecidos,anemia é uma doença que se vc ñ cuida desde o início ela pode te matar,me lembro de muitas vezes minhas amigas me chamarem para sair,ir em um parque ou tomar um simples sorvete e eu sempre dizer:Eu ñ posso...Aquilo me deixava arrasada por dentro,qual adolescente ñ quer viver normal,sair,se diverti com suas amigas,enfim...Ler tudo isso me faz lembrar dos olhos da minha mãe me olhando enquanto eu engolia a saliva de minuto á minuto só tentando diminuir a vontade de vomitar e ñ ver ela sofrer com aquilo,me lembro de sentir fome e ñ conseguir ingerir nada,me lembro de muitas vezes ñ conseguir nem ao menos me levantar da cama p/ ir ao banheiro,o mais díficil era ver minha mãe me olhando como se fosse pela última vez,e minhas amigas já nem me ligarem pq todas ás vezes eu estava impossibilitada de atender o telefone ou por causa das tonturas ou por causa da vontade de vomitar era só sentir cheiro de comida que era náusea na certa,enfim,durante um ano eu lutei contra tudo isso,sem falar que minha pressão caia á todo tempo,e o médico antes de diagnosticar anemia me proibiu de comer qualquer tipo de doce,logo o que eu mais amava,por isso eu mais ou menos entendo o que é ser diabético,existe tantas regras á serem seguidas,sem falar da família que entra e passa por tudo junto á quem possui a doença.No meu caso só mora eu e minha mãe e mesmo hoje depois depois de eu estar curada da anemia eu sigo algumas regras básicas,como controlar tudo que eu como,ainda ñ posso comer tanto doce,pq meu organismo depois desse um ano sendo totalmente moderado aos níveis pequenos de açucar já ñ se acostuma mais com tanto doce como antes,se eu comer por exemplo um pedaço de torta de morango já o suficiente p/ me deixar muito enjoada,uma fatia ao dia já é o bastante...Mas graças á deus o pior já passou,e sei que todos voces que sofrem com diabetes ou qualquer outro tipo de doença vão sair bem dessa,concerteza vão encontrar um equílibrio que vai permanecer bem,e á todas as mães e familiares em geral junto aos portadores sempre tenham fé em deus,pq nessas horas ele é o único que nos conforta e que pode fazer que a dor diminua e que faz nós seguimos em frente,e acima de tudo parabéns pela garra e a força que voces possuem,seus filhos precisam de voces e voces deles,então jamais abandonem eles e mesmo qd acharem através das crises que eles estão indo,ñ se desesperem nem os culpe,eles sempre vão sair bem dessa fase,eles ñ vão á lugar algum,eu digo isso pq quando eu tinha meus dias de fraqueza extrema,qd nem comer eu conseguia por causa da anemia minha mãe se assustava e me olhava como se eu fosse a culpada daquilo tudo,ela ñ entendia pq aquilo estava acontecendo comigo,eu sei que era medo de me perder,mas ver ela brava comigo por uma coisa que eu ñ tinha culpa doía muito,e muitas vezes na hora que os enjoos e a tontura aparecia eu preferia nem falar p/ ela,e durante muito tempo eu passei por tudo sozinha e muitas lágrimas que eu derramei ñ havia ninguém ao meu lado p/ seca-lás,enfim confiem em deus e ajudem seus filhos sempre...Eles sempre vão precisar de voces.Deus os abençoe sempre.Bjs.meu e-mail:Mialovejb@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal,aqui é a Miriam,lendo todos esses depoimentos eu fico até com um nó na garganta e os olhos cheio d´água me lembrando da época que eu me sentia muito mal,ás vezes todos os dias enjoada,com tontura,tão fraca que ñ conseguia nem me levantar,claro que no meu caso ñ era diabetes,mas os sintomas eram muito parecidos,anemia é uma doença que se vc ñ cuida desde o início ela pode te matar,me lembro de muitas vezes minhas amigas me chamarem para sair,ir em um parque ou tomar um simples sorvete e eu sempre dizer:Eu ñ posso&#8230;Aquilo me deixava arrasada por dentro,qual adolescente ñ quer viver normal,sair,se diverti com suas amigas,enfim&#8230;Ler tudo isso me faz lembrar dos olhos da minha mãe me olhando enquanto eu engolia a saliva de minuto á minuto só tentando diminuir a vontade de vomitar e ñ ver ela sofrer com aquilo,me lembro de sentir fome e ñ conseguir ingerir nada,me lembro de muitas vezes ñ conseguir nem ao menos me levantar da cama p/ ir ao banheiro,o mais díficil era ver minha mãe me olhando como se fosse pela última vez,e minhas amigas já nem me ligarem pq todas ás vezes eu estava impossibilitada de atender o telefone ou por causa das tonturas ou por causa da vontade de vomitar era só sentir cheiro de comida que era náusea na certa,enfim,durante um ano eu lutei contra tudo isso,sem falar que minha pressão caia á todo tempo,e o médico antes de diagnosticar anemia me proibiu de comer qualquer tipo de doce,logo o que eu mais amava,por isso eu mais ou menos entendo o que é ser diabético,existe tantas regras á serem seguidas,sem falar da família que entra e passa por tudo junto á quem possui a doença.No meu caso só mora eu e minha mãe e mesmo hoje depois depois de eu estar curada da anemia eu sigo algumas regras básicas,como controlar tudo que eu como,ainda ñ posso comer tanto doce,pq meu organismo depois desse um ano sendo totalmente moderado aos níveis pequenos de açucar já ñ se acostuma mais com tanto doce como antes,se eu comer por exemplo um pedaço de torta de morango já o suficiente p/ me deixar muito enjoada,uma fatia ao dia já é o bastante&#8230;Mas graças á deus o pior já passou,e sei que todos voces que sofrem com diabetes ou qualquer outro tipo de doença vão sair bem dessa,concerteza vão encontrar um equílibrio que vai permanecer bem,e á todas as mães e familiares em geral junto aos portadores sempre tenham fé em deus,pq nessas horas ele é o único que nos conforta e que pode fazer que a dor diminua e que faz nós seguimos em frente,e acima de tudo parabéns pela garra e a força que voces possuem,seus filhos precisam de voces e voces deles,então jamais abandonem eles e mesmo qd acharem através das crises que eles estão indo,ñ se desesperem nem os culpe,eles sempre vão sair bem dessa fase,eles ñ vão á lugar algum,eu digo isso pq quando eu tinha meus dias de fraqueza extrema,qd nem comer eu conseguia por causa da anemia minha mãe se assustava e me olhava como se eu fosse a culpada daquilo tudo,ela ñ entendia pq aquilo estava acontecendo comigo,eu sei que era medo de me perder,mas ver ela brava comigo por uma coisa que eu ñ tinha culpa doía muito,e muitas vezes na hora que os enjoos e a tontura aparecia eu preferia nem falar p/ ela,e durante muito tempo eu passei por tudo sozinha e muitas lágrimas que eu derramei ñ havia ninguém ao meu lado p/ seca-lás,enfim confiem em deus e ajudem seus filhos sempre&#8230;Eles sempre vão precisar de voces.Deus os abençoe sempre.Bjs.meu e-mail:Mialovejb@hotmail.com</p>
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	<item>
		<title>Por: Rogerio oliveira</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44215</link>
		<dc:creator>Rogerio oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 16:39:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/?p=316#comment-44215</guid>
		<description>Nascido em 1932, Diabético e sem nenhuma complicação desde 1935, o professor e Dr. Rogério Francisco Corrêa de Oliveira é um exemplo de luta pela vitória que vem sendo conquistada a cada dia. Em 07 de novembro de 2008, Rogério completou 73 anos de dependência de insulina, por isso foi homologado pelo RankBrasil.

Sua Diabetes do tipo 1 apareceu aos três anos de idade, quando seus pais estavam de férias em Lisboa. O médico lisboeta fez o que nenhum médico deveria fazer: - Seu filho é portador de Diabetes Mellitus, doença grave e lhe provocará complicações graves. Existe um tratamento novo, com insulinas, mas elas não impedirão essas complicações, falou frontalmente para os pais de Rogério, que ficaram estarrecidos e em pânico. 

A vida de Rogério mudou totalmente, e sua mãe o retinha em casa achando que, assim, ela o protegeria das complicações. Foi para o colégio Santo INÁCIO por instancia de deu médico Dr. Carlos Jorge, que falou com sua mãe para liberá-lo ,e o responsabilizar. Ele, como seu médico lhe mostraria como fazer os testes de glicosúrias e como tomar as insulinas, a NPH e a Regular bovinas. 

Este mau período fizeram com que Rogério virasse um traça, e daí amante dos livros, um ledor e estudioso por prazer, e até se transformou em escritor, o que faz com imenso prazer Atualmente, com 73 anos, além de professor de pós-graduação em Endocrinologia da Universidade Estácio de Sá, é também professor-orientador no Hospital da Lagoa, bem como atende em consultório particular. 

Consegue ser médico e paciente, misturados em uma só pessoa, demonstrando que, com disciplina e força de vontade é possível ter uma vida plena e proveitosa. 

Na rotina diária deste pai, professor e médico, incluem-se atividades físicas, dieta balanceada e agradável, automonitorizações freqüentes, monetarizações laboratoriais e outras tantas dicas que podemos encontrar em seus oitavo livros já publicados, sendo os dois últimos publicados pela Editora Ciência Moderna EU E A DIABETES e SEXO E SAÚDE, e o último está em correção final: O DOCE AMARGO DA VIDA, cuja 2ª edição foi em 1988 e agora é oferecida em uma edição atualizada e comentada.. 

"Sem os diabético a vida seria menos doce, e é por eles que trabalho e mantenho as minhas ambições", comenta Rogério, na contra capa do título: "Eu e a Diabetes", que relata de uma maneira leve e de fácil leitura as diversas formas de lidar com a situação. 

Tanto nas suas entrevistas ou nas suas palestras, procura estimular diabéticos a se controlarem bem e levarem uma vida produtiva, "lembro que saúde é uma conquista diária e que disciplina é a quantidade de amor que cada um se dedica por dia. Não devemos nos preocupar e sim nos ocupar", comenta. 

"O Doce Amargo da Vida", lançado em 1992 pela Editora Nova Fronteira, enfatiza o depoimento de um médico que aprendeu a conviver com o diabetes, falando sobre uma infância feliz e infeliz, juventude problemática e por fim, as vitórias, a coragem de prosseguir e como a vida continuou. 

Fez a primeira Colônia de Férias para Crianças e Adolescentes Diabéticos em 1978. Deu cursos, aulas, entrevistas, escreveu livros de auto-ajuda, produziu 68 trabalhos médicos, apresentou muitos em congressos nacionais e estrangeiros, organiza congresso de diabetes, curso continuado para diabéticos e familiares, e ainda luta por patrocínios para pesquisas de células tronco para diabéticos e idosos. 

"Acho que mostrei ao mundo que sou um diabético consciente, logo, bem controlado, e sempre apontei o caminho para se conseguir isto. Esta premiação veio para fortalecer meu exemplo de bom controle para que muitos o possam seguir", diz Rogério.
Rogério foi Vice-Presidente da SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA por 4 vezes e Vice-presidente da SOCIEDADE BRASILERIA DE DIABETES por 3 vezes (Presidentes Armando Puppo, Thomaz Cruz e Antonio Literário) e foi convidado para representar o BRASIL, nos Congressos Internacionais de Diabetes de HELSINK (FINLANDIA) e PARIS (FRANÇA), tendo sido entrevistado pela imprensa local demonstrando o valor de controlar bem o diabetes, transformando-o não num inimigo mas sim num amigo, pois é melhor dormir com uma amiga do que com um inimigo. 
Fundou duas associações para diabéticos, a primeira em 1967 (ADILA = Associação dos Diabéticos da Lagoa), no Hospital da Lagoa e a segunda em 1970 (ADCERJ = Associação dos Diabéticos Conscientes do Estado do Estado do Rio de Janeiro), a primeira Associação para diabéticos de Clínica particular, ambas ajudando a muitos diabéticos a entrarem no caminho do bom controle.)

Não satisfeito com o que já realizou, Rogério está idealizando junto com o Prof. Radovan Bojorevik, do fundão, e Dr. Gerson Cota Pereira, da Santa Casa, pesquisa com células tronco, mais possível e promissora
Como tudo é possível com perseverança, podemos chegar lá. Ele está a espera de patrocínio para ir em frente, e também joga em números da Megasena e etc com esta finalidade.
Rogério divorciou-se da Dra. Rejane e vive agora com Evaneide Sales de Lima há 6 anos, e estão conseguindo realizar o sonho de todos: um calmo amor prestante.
Rogério sempre diz para seus alunos e pacientes, que o diabético deve levar uma vida saudável, com alimentação prazerosa, atividade física diária(de sua preferência), virar um caçador de glicemias com freqüentes automonitorizações e se a glicemia estiver elevada dar um tiro de insulina de ação ultra-rápida (análogas)e de ação prolongada de base (análogas), se estiver baixa um tiro de açúcar, reconhecer suas hipoglicemias precocemente e tratá-las com açúcar, e aprender bastante sobre diabetes lendo e freqüentando reuniões de Associações para diabéticos. Daí podemos passar de diabéticos mal controlados, inconseqüentes e doentes para diabéticos saudáveis e conscientes.Dá trabalho, dá e muito, mas vale a pena e podemos nos dar de modelos para aqueles que não conseguiram serem controlados, revela Rogério em suas aulas e palestras
Rogério diz que ser controlado é sentir-se bem consigo mesmo, manter os níveis da Hemoglobina Glicada abaixo de 7% (mede a média das glicemias dos últimos dois meses) , a frutosamina abaixo de 3 (mede a média das glicemias nas últimas 3 semanas) , exames que devem ser realizados a cada 2 meses. Se estes valores estiverem elevados, não adianta se criticar e ficar com culpa, mas sim analisar, junto com seu médico, os possíveis fatores que levaram a estes resultados e tentar o bom caminho.
Diversas descobertas foram feitas e continuam a serem feitas, como tatuagem no punho que varia de cor conforme o valor da glicemia, permitindo controlar a glicemia rapidamente conforme os resultados da cor que vai aparecer na tatuagem. Esta descoberta foi relatada no Portal Diabetes, feita na Inglaterra e deverá estar pronta para nosso uso em aproximadamente dois anos. 
Rogério nunca deu muito valor às variações das glicemias, que acontecem também nos não diabéticos, mas sim não deixar que a glicemia fique elevada por muito tempo – isto sim, levará à complicações que nenhum de nós pretende ser portador. 
Rogério refere que todos devem realizar sua tarefa até o último suspiro, e morre em vida quem perde seus sonhos e metas, e vira uma pessoa sem vida, sem emoções, na monotonia da repetição de uma vida descolorida.
Chamando Charles Chaplin, que vivia intensamente e que dizia: Morre o que deixa de amar ! 
Equipe do RANKBRASIL terminou o depoimento de Rogério escrevendo:
Dinâmico e audacioso, Rogério não ficou no conformismo de "homem doente", foi à luta e nos passa grandes lições de vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido em 1932, Diabético e sem nenhuma complicação desde 1935, o professor e Dr. Rogério Francisco Corrêa de Oliveira é um exemplo de luta pela vitória que vem sendo conquistada a cada dia. Em 07 de novembro de 2008, Rogério completou 73 anos de dependência de insulina, por isso foi homologado pelo RankBrasil.</p>
<p>Sua Diabetes do tipo 1 apareceu aos três anos de idade, quando seus pais estavam de férias em Lisboa. O médico lisboeta fez o que nenhum médico deveria fazer: - Seu filho é portador de Diabetes Mellitus, doença grave e lhe provocará complicações graves. Existe um tratamento novo, com insulinas, mas elas não impedirão essas complicações, falou frontalmente para os pais de Rogério, que ficaram estarrecidos e em pânico. </p>
<p>A vida de Rogério mudou totalmente, e sua mãe o retinha em casa achando que, assim, ela o protegeria das complicações. Foi para o colégio Santo INÁCIO por instancia de deu médico Dr. Carlos Jorge, que falou com sua mãe para liberá-lo ,e o responsabilizar. Ele, como seu médico lhe mostraria como fazer os testes de glicosúrias e como tomar as insulinas, a NPH e a Regular bovinas. </p>
<p>Este mau período fizeram com que Rogério virasse um traça, e daí amante dos livros, um ledor e estudioso por prazer, e até se transformou em escritor, o que faz com imenso prazer Atualmente, com 73 anos, além de professor de pós-graduação em Endocrinologia da Universidade Estácio de Sá, é também professor-orientador no Hospital da Lagoa, bem como atende em consultório particular. </p>
<p>Consegue ser médico e paciente, misturados em uma só pessoa, demonstrando que, com disciplina e força de vontade é possível ter uma vida plena e proveitosa. </p>
<p>Na rotina diária deste pai, professor e médico, incluem-se atividades físicas, dieta balanceada e agradável, automonitorizações freqüentes, monetarizações laboratoriais e outras tantas dicas que podemos encontrar em seus oitavo livros já publicados, sendo os dois últimos publicados pela Editora Ciência Moderna EU E A DIABETES e SEXO E SAÚDE, e o último está em correção final: O DOCE AMARGO DA VIDA, cuja 2ª edição foi em 1988 e agora é oferecida em uma edição atualizada e comentada.. </p>
<p>&#8220;Sem os diabético a vida seria menos doce, e é por eles que trabalho e mantenho as minhas ambições&#8221;, comenta Rogério, na contra capa do título: &#8220;Eu e a Diabetes&#8221;, que relata de uma maneira leve e de fácil leitura as diversas formas de lidar com a situação. </p>
<p>Tanto nas suas entrevistas ou nas suas palestras, procura estimular diabéticos a se controlarem bem e levarem uma vida produtiva, &#8220;lembro que saúde é uma conquista diária e que disciplina é a quantidade de amor que cada um se dedica por dia. Não devemos nos preocupar e sim nos ocupar&#8221;, comenta. </p>
<p>&#8220;O Doce Amargo da Vida&#8221;, lançado em 1992 pela Editora Nova Fronteira, enfatiza o depoimento de um médico que aprendeu a conviver com o diabetes, falando sobre uma infância feliz e infeliz, juventude problemática e por fim, as vitórias, a coragem de prosseguir e como a vida continuou. </p>
<p>Fez a primeira Colônia de Férias para Crianças e Adolescentes Diabéticos em 1978. Deu cursos, aulas, entrevistas, escreveu livros de auto-ajuda, produziu 68 trabalhos médicos, apresentou muitos em congressos nacionais e estrangeiros, organiza congresso de diabetes, curso continuado para diabéticos e familiares, e ainda luta por patrocínios para pesquisas de células tronco para diabéticos e idosos. </p>
<p>&#8220;Acho que mostrei ao mundo que sou um diabético consciente, logo, bem controlado, e sempre apontei o caminho para se conseguir isto. Esta premiação veio para fortalecer meu exemplo de bom controle para que muitos o possam seguir&#8221;, diz Rogério.<br />
Rogério foi Vice-Presidente da SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA por 4 vezes e Vice-presidente da SOCIEDADE BRASILERIA DE DIABETES por 3 vezes (Presidentes Armando Puppo, Thomaz Cruz e Antonio Literário) e foi convidado para representar o BRASIL, nos Congressos Internacionais de Diabetes de HELSINK (FINLANDIA) e PARIS (FRANÇA), tendo sido entrevistado pela imprensa local demonstrando o valor de controlar bem o diabetes, transformando-o não num inimigo mas sim num amigo, pois é melhor dormir com uma amiga do que com um inimigo.<br />
Fundou duas associações para diabéticos, a primeira em 1967 (ADILA = Associação dos Diabéticos da Lagoa), no Hospital da Lagoa e a segunda em 1970 (ADCERJ = Associação dos Diabéticos Conscientes do Estado do Estado do Rio de Janeiro), a primeira Associação para diabéticos de Clínica particular, ambas ajudando a muitos diabéticos a entrarem no caminho do bom controle.)</p>
<p>Não satisfeito com o que já realizou, Rogério está idealizando junto com o Prof. Radovan Bojorevik, do fundão, e Dr. Gerson Cota Pereira, da Santa Casa, pesquisa com células tronco, mais possível e promissora<br />
Como tudo é possível com perseverança, podemos chegar lá. Ele está a espera de patrocínio para ir em frente, e também joga em números da Megasena e etc com esta finalidade.<br />
Rogério divorciou-se da Dra. Rejane e vive agora com Evaneide Sales de Lima há 6 anos, e estão conseguindo realizar o sonho de todos: um calmo amor prestante.<br />
Rogério sempre diz para seus alunos e pacientes, que o diabético deve levar uma vida saudável, com alimentação prazerosa, atividade física diária(de sua preferência), virar um caçador de glicemias com freqüentes automonitorizações e se a glicemia estiver elevada dar um tiro de insulina de ação ultra-rápida (análogas)e de ação prolongada de base (análogas), se estiver baixa um tiro de açúcar, reconhecer suas hipoglicemias precocemente e tratá-las com açúcar, e aprender bastante sobre diabetes lendo e freqüentando reuniões de Associações para diabéticos. Daí podemos passar de diabéticos mal controlados, inconseqüentes e doentes para diabéticos saudáveis e conscientes.Dá trabalho, dá e muito, mas vale a pena e podemos nos dar de modelos para aqueles que não conseguiram serem controlados, revela Rogério em suas aulas e palestras<br />
Rogério diz que ser controlado é sentir-se bem consigo mesmo, manter os níveis da Hemoglobina Glicada abaixo de 7% (mede a média das glicemias dos últimos dois meses) , a frutosamina abaixo de 3 (mede a média das glicemias nas últimas 3 semanas) , exames que devem ser realizados a cada 2 meses. Se estes valores estiverem elevados, não adianta se criticar e ficar com culpa, mas sim analisar, junto com seu médico, os possíveis fatores que levaram a estes resultados e tentar o bom caminho.<br />
Diversas descobertas foram feitas e continuam a serem feitas, como tatuagem no punho que varia de cor conforme o valor da glicemia, permitindo controlar a glicemia rapidamente conforme os resultados da cor que vai aparecer na tatuagem. Esta descoberta foi relatada no Portal Diabetes, feita na Inglaterra e deverá estar pronta para nosso uso em aproximadamente dois anos.<br />
Rogério nunca deu muito valor às variações das glicemias, que acontecem também nos não diabéticos, mas sim não deixar que a glicemia fique elevada por muito tempo – isto sim, levará à complicações que nenhum de nós pretende ser portador.<br />
Rogério refere que todos devem realizar sua tarefa até o último suspiro, e morre em vida quem perde seus sonhos e metas, e vira uma pessoa sem vida, sem emoções, na monotonia da repetição de uma vida descolorida.<br />
Chamando Charles Chaplin, que vivia intensamente e que dizia: Morre o que deixa de amar !<br />
Equipe do RANKBRASIL terminou o depoimento de Rogério escrevendo:<br />
Dinâmico e audacioso, Rogério não ficou no conformismo de &#8220;homem doente&#8221;, foi à luta e nos passa grandes lições de vida.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ANA MARIA DA SILVA</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44195</link>
		<dc:creator>ANA MARIA DA SILVA</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 17:50:40 +0000</pubDate>
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		<description>GOSTEI DE TODOS OS DEPOIMENTOS , POIS, TENHO UMA FILHA DE 4 ANOS CHAMADA JÚLIA QUE É DIABÉTICA A 2 ANOS E 4 MESES</description>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Julianaa!</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44066</link>
		<dc:creator>Julianaa!</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:58:48 +0000</pubDate>
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		<description>Olá para todas as mães e filhas!
Me chamo Juliana, (mas conhecida como Juh!), tenho 17 anos, e tbm tenho DM1 desde os meus 4 anos de idade (1996), quando a minha mamix descobriu ela ficou igualzinha vcs! (desculpas as palavras), mas todas as mães sao iguaizinhas e nao adianta nem falar q nao é, pq nós filhas mesmo ali passando mal,  prestasmos atenção totalmente no carinho q vcs fazem na nossa cabeça qdo estamos dormindo ou qdo estamos ali "virando" o olho de tanto q ja vomitamos ou seilah...Quero dizer a todas vcs q o DM1 nao eh nenhum bicho de 7 cabeças (claro q tem q fazer o controle certo!!), o q nao pode fazer eh deixar os docinhos "dominarem" vcs! (isso para as filhas!)... enfim em 12 anos de DM1, eu aprendi q as coisas nao sao tao dificies eh so saber controlar.(coisa muito dificil na minha idade,mas com o tempo eu consegui domina-la dinovo!)
 Nós DM1 podemos comer de tudo, para isso existe o dextro, a insulina, a correção, a contagem de carboidratos e muitoooooo mais!
 Por experiencia propria a "contagem de carboidratos" eh brilhante, nos finais de semana podia comer pizza, lasanha, tomar refrigerante,comer algum doce (com açucar!) e tudo isso q "nossas" mães temem em aumentar a nossa "Tia bete".
E, enfim neh gente, tem bolos, doces, (hum...paçoca, pé de moleque), chocolate em pó e em barra tbm, varias outras coisas, tipo bala q "eu" adoroooo comer toda hr neh, ahhh gente tudo issuh tem Diet e Light!
Mas tem q tomar cuidade q mesmo as coisas diet tem açucar, e as lights tbm!
ahhh gente vo para por aki, hj os tempos sao otros e vai alem da nossa imaginação!
Tem q ter o controle em dia e enfim neh, saber controlar!

Boa sorte com a "nossa" Tia bete e
Super beijos pra todas! (mamix e filhas!)

deixo meu e-mail para qm quiser!
jullyseilah@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá para todas as mães e filhas!<br />
Me chamo Juliana, (mas conhecida como Juh!), tenho 17 anos, e tbm tenho DM1 desde os meus 4 anos de idade (1996), quando a minha mamix descobriu ela ficou igualzinha vcs! (desculpas as palavras), mas todas as mães sao iguaizinhas e nao adianta nem falar q nao é, pq nós filhas mesmo ali passando mal,  prestasmos atenção totalmente no carinho q vcs fazem na nossa cabeça qdo estamos dormindo ou qdo estamos ali &#8220;virando&#8221; o olho de tanto q ja vomitamos ou seilah&#8230;Quero dizer a todas vcs q o DM1 nao eh nenhum bicho de 7 cabeças (claro q tem q fazer o controle certo!!), o q nao pode fazer eh deixar os docinhos &#8220;dominarem&#8221; vcs! (isso para as filhas!)&#8230; enfim em 12 anos de DM1, eu aprendi q as coisas nao sao tao dificies eh so saber controlar.(coisa muito dificil na minha idade,mas com o tempo eu consegui domina-la dinovo!)<br />
 Nós DM1 podemos comer de tudo, para isso existe o dextro, a insulina, a correção, a contagem de carboidratos e muitoooooo mais!<br />
 Por experiencia propria a &#8220;contagem de carboidratos&#8221; eh brilhante, nos finais de semana podia comer pizza, lasanha, tomar refrigerante,comer algum doce (com açucar!) e tudo isso q &#8220;nossas&#8221; mães temem em aumentar a nossa &#8220;Tia bete&#8221;.<br />
E, enfim neh gente, tem bolos, doces, (hum&#8230;paçoca, pé de moleque), chocolate em pó e em barra tbm, varias outras coisas, tipo bala q &#8220;eu&#8221; adoroooo comer toda hr neh, ahhh gente tudo issuh tem Diet e Light!<br />
Mas tem q tomar cuidade q mesmo as coisas diet tem açucar, e as lights tbm!<br />
ahhh gente vo para por aki, hj os tempos sao otros e vai alem da nossa imaginação!<br />
Tem q ter o controle em dia e enfim neh, saber controlar!</p>
<p>Boa sorte com a &#8220;nossa&#8221; Tia bete e<br />
Super beijos pra todas! (mamix e filhas!)</p>
<p>deixo meu e-mail para qm quiser!<br />
<a href="mailto:jullyseilah@hotmail.com">jullyseilah@hotmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Blog da SBD &#187; Blog na Revista Época</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44046</link>
		<dc:creator>Blog da SBD &#187; Blog na Revista Época</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:22:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/?p=316#comment-44046</guid>
		<description>[...] não pode perder”. O artigo conta um pouco da historia do blog e cita um dos últimos posts, Minha História - com o depoimento escrito pela Cristiana - relatando como é sua vida com o Diabetes, e que por [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] não pode perder”. O artigo conta um pouco da historia do blog e cita um dos últimos posts, Minha História - com o depoimento escrito pela Cristiana - relatando como é sua vida com o Diabetes, e que por [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniele</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44026</link>
		<dc:creator>Daniele</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 03:26:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/?p=316#comment-44026</guid>
		<description>Minha historia começou em fevereiro de 2003 quando Thais tinha 6 anos ,estava há dias de fazer 7 aninhos,e ela começou com vomitos e desanimo.Fomos tres vezes ao hospital em Manaus(na epoca moravamos lá)e me disseram que era virose e mandaram de volta.Na 3ª vez um medico me perguntou se tinha alguem diabetico na familia,e eu assutada disse que não e nem sabia direito o que era o diabetes.Ele nem tinha feito exame nenhum,apenas se interessou em saver o que ela tinha...bom em 2 dias perdi minha filha com cetoacidose ...hj h´quase 2 anos tivemos que conviver novamente com esse fantasma,pois nosso Davi foi diagnosticado DM1,e vivemos inicialmente um terror imenso,mais com cuidado e muita informação vivemos dia após dia nossa vida Feliz com nosso heroi,que leva uma vida tranquila e com muito controle....nã penso o dia seguinte sabemos que hj ele vive bem e lutamos para uma vida normal....ele já sabe aplicar sua insulina e fazer seu HGT...tem 7 anos a idade que sua irmã não fez e a cada dia Davi nos mostra como viver bem e saudavel...é inteligente e super esperto....adora a natação e andar de bicicleta o que lhe ajuda muito.Existem coisas muito mais dificeis...ele é perfeito e saudavel...e assim vivemos em paz.Daniele</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha historia começou em fevereiro de 2003 quando Thais tinha 6 anos ,estava há dias de fazer 7 aninhos,e ela começou com vomitos e desanimo.Fomos tres vezes ao hospital em Manaus(na epoca moravamos lá)e me disseram que era virose e mandaram de volta.Na 3ª vez um medico me perguntou se tinha alguem diabetico na familia,e eu assutada disse que não e nem sabia direito o que era o diabetes.Ele nem tinha feito exame nenhum,apenas se interessou em saver o que ela tinha&#8230;bom em 2 dias perdi minha filha com cetoacidose &#8230;hj h´quase 2 anos tivemos que conviver novamente com esse fantasma,pois nosso Davi foi diagnosticado DM1,e vivemos inicialmente um terror imenso,mais com cuidado e muita informação vivemos dia após dia nossa vida Feliz com nosso heroi,que leva uma vida tranquila e com muito controle&#8230;.nã penso o dia seguinte sabemos que hj ele vive bem e lutamos para uma vida normal&#8230;.ele já sabe aplicar sua insulina e fazer seu HGT&#8230;tem 7 anos a idade que sua irmã não fez e a cada dia Davi nos mostra como viver bem e saudavel&#8230;é inteligente e super esperto&#8230;.adora a natação e andar de bicicleta o que lhe ajuda muito.Existem coisas muito mais dificeis&#8230;ele é perfeito e saudavel&#8230;e assim vivemos em paz.Daniele</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carolina Lima</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44009</link>
		<dc:creator>Carolina Lima</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 23:11:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/?p=316#comment-44009</guid>
		<description>Olá Mães.....
Minha história também é parecida com a de vcs todas...
Diagnosticamos a Diabetes da Julia quando ela tinha 1 ano e 3 meses... 
Hoje, quase 1 ano depois, as coisas ja estão começando a se ajustar e o que no começo para nós era "um bicho de 7 cabeças” começou a se desmistificar...
Passamos a entender que se bem administrada (o que é super fácil hj em dia) a diabetes não causará danos a vida de nossa filha e que talvez ele possa  até ter uma vida muito mais saudável que as outras crianças que comem de tudo...
Vendo tantas coisas piores que acontecem no mundo passamos a pensar: "ainda bem que é `só` diabetes".... 
Muita força pra todas nós e continuemos com nossa luta diária...........</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mães&#8230;..<br />
Minha história também é parecida com a de vcs todas&#8230;<br />
Diagnosticamos a Diabetes da Julia quando ela tinha 1 ano e 3 meses&#8230;<br />
Hoje, quase 1 ano depois, as coisas ja estão começando a se ajustar e o que no começo para nós era &#8220;um bicho de 7 cabeças” começou a se desmistificar&#8230;<br />
Passamos a entender que se bem administrada (o que é super fácil hj em dia) a diabetes não causará danos a vida de nossa filha e que talvez ele possa  até ter uma vida muito mais saudável que as outras crianças que comem de tudo&#8230;<br />
Vendo tantas coisas piores que acontecem no mundo passamos a pensar: &#8220;ainda bem que é `só` diabetes&#8221;&#8230;.<br />
Muita força pra todas nós e continuemos com nossa luta diária&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Michele Beloto</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2008/10/22/minha-historia-cristiana/comment-page-1/#comment-44007</link>
		<dc:creator>Michele Beloto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:52:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/?p=316#comment-44007</guid>
		<description>Minha história se confunde com a de todas vcs, e me emociona como se estivesse passando por tudo de novo. A desinformação, a revolta, a insegurança, o medo... Quando parecia tudo controlado, de novo a instabilidade.
Ter que me manter forte, chorando escondido; ver o olhar amedrontado e suplicante do meu menino que pedia para que eu fizesse algo para a equipe médica não "furá-lo" mais; esconder dele os resultados da glicemia para que não se desesperasse, dizendo que estava dando tudo certo; os hormônios, a rebeldia de menino que não quer ser diferente, as festinhas de aniversário, a praça de alimentação... Hoje, após quase 3 anos do diagnóstico, o Léo tinha 9 anos, estamos mais fortes, ficamos saudáveis de corpo e alma, pois nosso ritmo mudou.
Procuramos compartilhar tudo e dar atenção a pequenos detalhes que ignorávamos e que hoje fazem toda a diferença!
Um grande beijo a todos os pais, filhos, avós, tios e amigos que tem uma doçura especial ao seu lado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha história se confunde com a de todas vcs, e me emociona como se estivesse passando por tudo de novo. A desinformação, a revolta, a insegurança, o medo&#8230; Quando parecia tudo controlado, de novo a instabilidade.<br />
Ter que me manter forte, chorando escondido; ver o olhar amedrontado e suplicante do meu menino que pedia para que eu fizesse algo para a equipe médica não &#8220;furá-lo&#8221; mais; esconder dele os resultados da glicemia para que não se desesperasse, dizendo que estava dando tudo certo; os hormônios, a rebeldia de menino que não quer ser diferente, as festinhas de aniversário, a praça de alimentação&#8230; Hoje, após quase 3 anos do diagnóstico, o Léo tinha 9 anos, estamos mais fortes, ficamos saudáveis de corpo e alma, pois nosso ritmo mudou.<br />
Procuramos compartilhar tudo e dar atenção a pequenos detalhes que ignorávamos e que hoje fazem toda a diferença!<br />
Um grande beijo a todos os pais, filhos, avós, tios e amigos que tem uma doçura especial ao seu lado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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