Artigos para outubro, 2007

Momento Especial

sexta-feira, outubro 19th, 2007

Logo na abertura do evento, dava para imaginar como seriam os momentos de confraternização. No palco, MPB 4. No coral, mais de 200 vozes.

mpb 4 no show da abertura

Ao Som dos Anos 80

sexta-feira, outubro 19th, 2007

Depois de um dia inteiro de palestras científicas nada melhor do que relaxar e recarregar para o dia seguinte. Uma das festas de confraternização que fez todo mundo se divertir foi a dos Anos 80. De repente, o congresso possibilitou uma volta no tempo e estavam juntos Evandro Mesquita e Blitz, Leo Jaime, Kid Vinil e Roger. A área reservada para a festa ficou lotada até o último minuto e ninguém teve vergonha de assumir a tietagem, principalmente quando Evandro Mesquita subiu ao palco. Se alguém estava cansado, não deu nem para perceber. Na foto, Kid Vinil tendo ao fundo a logomarca da SBD, que apareceu durante todo o show.

Kid Vinil e ao fundo a logo da SBD

Quando Evandro Mesquita e a Blitz entraram o palco o público veio abaixo. “Você não soube me amar”,”Bete Frígida”, “Alguns passos no paraíso” foram algumas das músicas que contaram com centenas de vozes como vocal.

o público cantando e pulando com Evandro e a Blitz
E como sabemos o presidente do Congresso, Dr. Bruno Geloneze, tem uma voz e uma presença de palco marcantes. Ele não ia perder a oportunidade de cantar com Kid Vinil e Evandro.

Dr. Bruno Geloneze cantando com Kid Vinil

No final da apresentação foi como voltar no tempo e se sentir na década de 80. Um momento incrível a festa. E quem viveu essa época, aproveitou ainda mais.

Todo o grupo agradecendo o carinho do grupo

Andando pelo Congresso

sexta-feira, outubro 19th, 2007

Registrar os bastidores é encontrar os amigos que pararam para uma foto. Estes registros foram logo após ao show de abertura do MPB4, que prendeu a atenção dos congressistas e convidados.

grupo de especialistas

grupo de especialistas

grupo de especialistas

Diabetes 2007 - Um Ritmo Intenso em Campinas

quinta-feira, outubro 18th, 2007

Por Cristina Dissat

O plano inicial era ter conseguido escrever, durante o dia, sobre os bastidores do XVI Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes, mas não imaginava que o dia ia ser tão intenso como foi. Chegamos ao hotel sede - Royal Palm Plaza - em Campinas bem cedo na quinta-feira. As atividades estavam marcadas para começar no início da tarde. A frente dessa movimentação toda, o presidente Dr. Bruno e Sylka Geloneze.

Na parte da manhã, começava o movimento de chegada dos especialistas ao hotel, que já estava com as inscrições encerradas. Foram 3.000 inscritos. Enquanto os estandes acabavam de ser montados, estávamos na área de convivência, afixando os posters do Projeto Vila Brasil. O local estava pronto a espera do material. Esse local reuniria, mais tarde, os posters científicos e, na parte lateral, a ações apuradas para o Vila Brasil. Após, cerca de uma hora e meia, a exposição estava pronta, graças ao trabalho das repórteres Flávia Garcia e Paula Camila (que também participaram da apuração dos trabalhos).

exposição do Vila Brasil ainda vazia

Eram 13horas quando o congresso abria suas atividades com uma palestra incrível - veja os detalhes na cobertura, publicada no site do Congresso. Um tema inusitado onde o Dr. Gilson Barreto mostrou a anatomia que se esconde nas pinturas de Michelangelo, na Capela Sistina, no Vaticano.

As fotos da cobertura são de Celso Pupo

Gente que Faz!

quinta-feira, outubro 4th, 2007

Por Kétlen Moraes

Meu nome é Kétlen Moraes. Tenho 17 anos e diabetes desde os meus dois anos de idade. Desde então, venho, junto com meus pais, lutando com essa doença, que atinge hoje tantas pessoas jovens como eu. No HCPA (Hospital de Clínicas de Porto Alegre), encontrei o tratamento que necessitava, lá sempre fui bem tratada, com ótimos médicos, nutricionistas e enfermeiros. Mas no início foi difícil, o diagnóstico deixou meus pais apreensivos. Moro em Porto Alegre e, graças a Deus, hoje conto com o apoio dessas pessoas maravilhosas, e tenho o grande apoio da minha psicóloga Carolina Gross.

Durante um bom tempo, tive o diabetes descompensado, muitas hipoglicemias e convulsões, mas que, no final, como todos nós sabemos, acabam em hiperglicemias. Esta era a minha maior dificuldade, mas vale lembrar também, que a dificuldade do diabético de “ganhar” seu tratamento pelo governo é vergonhosa.

A piedade das pessoas me incomodou durante muito tempo, hoje eu consigo lidar muito bem com isso e me ajudou a crescer. Nunca sofri preconceito, apesar das pessoas sentirem pena. Encontrar a ARAD (Associação Rio-grandense de Apoio ao Diabético) está sendo muito importante na minha vida. Sempre tive muita vontade de ajudar os portadores de diabetes, afinal, eles passam pelo que eu passo, mas quando fui à minha primeira reunião, não só ajudei meus amigos com minhas informações, como também fui ajudada por eles. Lá nós trocamos opiniões, idéias e experiências de vida, afinal, todos nós sabemos o que um jovem diabético passa. Como ficam as festas, namoro, como lidamos com essas situações? As dúvidas são muitas.

Conheci a ARAD por meio de uma comunidade no orkut, “ARAD PORTO ALEGRE”, criada pela Marlene Rieth, 42 anos, diabética tipo 2, adquirida pós-gestacional. Na comunidade, comecei a me comunicar com a nossa amiga voluntária, Marlene. Lá, conheci também a Paty, Patrícia Caporale, hoje com 28 anos diabética tipo1, desde os 15 anos, e bulímica, mas graças a Deus, hoje, está em tratamento. Hipotireoidismo, colesterol alto e catarata em um dos olhos, Paty trabalha, estuda, e vive feliz com seu tratamento, tirando, claro, as muitas dificuldade que temos em conseguir do Estado as insulinas que necessitamos.

Thiago Carvalho, 18 anos, diabético tipo 1, descoberto há uns quatro anos, achou no esporte a melhor maneira de manter a sua glicemia. Thi, como nós o chamamos, faz triatlon, nada, corre e anda de bike. É um garoto feliz, vai a festas e namora.

Rodrigo Pinto, professor Rodrigo, descobriu o diabetes tipo 1 com oito anos. Teve poucos derrames capilares no olho, nada que afetasse sua visão, mas o pior são as hipoglicemias. Hoje, com 25 anos, tem uma vida controlada, namora, trabalha e é feliz. A diferença entre ele e uma pessoa não-diabética é o fato de ter que tomar insulina e não comer doces. Esses são os “anjos” da ARAD Porto Alegre.

Junto a nós há também o “anjo” Felipe Campos, de Goytacazes, Rio de Janeiro. Uniu-se a nós na comunidade. Ficou arrasado e apavorado com o diagnóstico recente, estava sem enxergar, mas demos apoio e atualmente ele nos ajuda como anjo voluntário.

Não poderia deixar de falar aqui na Rosana, voluntária também, mas da ARAD de Novo Hamburgo. Ela faz conosco o mesmo trabalho. A Rosana manda o nome dos jovens para Mar e ela manda para nós. Localizamos o perfil de cada um no Orkut e damos uma palavrinha de carinho para cada um deles. Todos são pessoas maravilhosas, juntos estamos ajudando outros jovens a terem a certeza que podem, mesmo com diabetes, ter uma vida feliz. Foi a Marlene que me levou até a ARAD, assim como os meus amigos voluntários, “anjos”, como ela carinhosamente nos chama.

Lá nos conhecemos, pois só nos falávamos na comunidade. Foi um dia muito feliz para todos.
Se todos tivessem como fazer parte de uma associação como a ARAD, tenho certeza que iriam aceitar seu diabetes com muito mais facilidade. Que bom que existem pessoas e associações dispostas a ajudarem umas as outras.

Temos limitações, mas a maior dificuldade é conseguir o apoio do Estado para nos fornecer às insulinas, por isso é tão importante o “Dia Mundial do Diabetes”.

Quem sabe as autoridades tomam alguma iniciativa e se conscientizam a nos ajudar juntamente com todos que necessitam de um tratamento digno.

Não precisamos de compaixão, mas sim de medicamentos. INSULINAS E FITAS, POR FAVOR!

Sugestões de Leitura sobre Hipoglicemia

segunda-feira, outubro 1st, 2007

Arquivo

Devido ao grande número de pedidos de informações sobre hipoglicemia, selecionamos algumas reportagens no site da SBD sobre o tema para atender às solicitações. Seguem abaixo algumas sugestões de leitura que valem o clique.

Uma pessoa está com hipoglicemia quando o nível de glicose no sangue está baixo (abaixo de 60mg%). Os sintomas de uma reação hipoglicêmica são: sensação de fome aguda, dificuldade para raciocinar, sensação de fraqueza com um cansaço muito grande, sudorese exagerada, tremores finos ou grosseiros de extremidades, bocejamento, sonolência, visão dupla, confusão que pode caminhar para a perda total da consciência, ou seja, coma.

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Acesse:

Como Cuidar de uma Hipoglicemia?

Características Gerais

Hipoglicemia sem Aviso

Hipoglicemia e Exercício

Dicas para Controlar a Glicose