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	<title>Comentários sobre: Devemos Continuar Usando o IMC (BMI) como um Marcador de Risco de Doen&#231;a Cardiovascular?</title>
	<atom:link href="http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/</link>
	<description>Sociedade Brasileira de Diabetes</description>
	<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:51:10 +0000</pubDate>
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		<item>
		<title>Por: FERNANDA ABREU</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-9697</link>
		<dc:creator>FERNANDA ABREU</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 19:54:42 +0000</pubDate>
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		<description>aguardo resposta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aguardo resposta</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: FERNANDA ABREU</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-9696</link>
		<dc:creator>FERNANDA ABREU</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 19:54:12 +0000</pubDate>
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		<description>Por favor a tabela da OMS que classifica IMC com comorbidades, está correta quando diz que IMC 25 -29,9 (sobrepeso) está aumentado o risco de comorbidades e, quando IMC 30 -34,9 (OB I) o risco é moderado ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor a tabela da OMS que classifica IMC com comorbidades, está correta quando diz que IMC 25 -29,9 (sobrepeso) está aumentado o risco de comorbidades e, quando IMC 30 -34,9 (OB I) o risco é moderado ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr 

Reginaldo</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-94</link>
		<dc:creator>Dr 

Reginaldo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 13:09:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-94</guid>
		<description>Caro Dr.,
Diante de tantas cita&#231;&#245;es 

sobre IMC, RCQ, fica a seguinte d&#250;vida porque nao utilizar dobras cutaneas, 

uma vez que apresenta resultados muito mais seguros sobre a composi&#231;ao 

corporal/riscos cardiovasculares?
Um abra&#231;o, Andr&#233;a (Ed. 

F&#237;sico)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Dr.,<br />
Diante de tantas cita&ccedil;&otilde;es </p>
<p>sobre IMC, RCQ, fica a seguinte d&uacute;vida porque nao utilizar dobras cutaneas, </p>
<p>uma vez que apresenta resultados muito mais seguros sobre a composi&ccedil;ao </p>
<p>corporal/riscos cardiovasculares?<br />
Um abra&ccedil;o, Andr&eacute;a (Ed. </p>
<p>F&iacute;sico)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alfredo Halpern</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-93</link>
		<dc:creator>Alfredo Halpern</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2006 18:32:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-93</guid>
		<description>Reginaldo,
Vejo o assunto de outra 

maneira.
Estamos lutando h&#225; muitos anos para divulgar a import&#226;ncia da 

obesidade como doen&#231;a e a caracteriza&#231;&#227;o da mesma 

atrav&#233;s do IMC enfim se implantou na cabe&#231;a da maioria da nossa 

popula&#231;&#227;o. Eis que, numa interpreta&#231;&#227;o a meu ver apressada 

de alguns estudos cl&#237;nicos, algumas pessoas sugerem que se esque&#231;a o 

IMC!
Creio ser desnecess&#225;rio salientar que realmente o excesso de gordura 

mais delet&#233;rio concentra-se no abdômen e que a avalia&#231;&#227;o de 

gordura abdominal (e mais propriamente da gordura visceral) &#233; &#226;€“ de um 

ponto de vista de risco cardiometab&#243;lico &#226;€“ mais importante que o 

IMC.
Deve-se salientar no entanto que n&#227;o conhe&#231;o nenhum 

indiv&#237;duo com IMC superior a 30kg/m2 que n&#227;o tenha as medidas da 

circunfer&#234;ncia do abdômen superiores aos preconizados como de risco pelo 

IDF.
Por outro lado, h&#225; muitos indiv&#237;duos com IMC inferior a 30kg/m2 

(e at&#233; inferior a 25kg/m2)que apresentam essas medidas "de risco".
Sendo 

assim, tentando ser pontual e pr&#225;tico eu diria que valorizem o IMC, sim, em 

indiv&#237;duos com valor acima de acima de 30kg/m2 mas n&#227;o afastem o risco 

cardiometab&#243;lico em indiv&#237;duos com IMC inferior a 30kg/m2 (ou mesmo 

a 25kg/m2). Por outro lado, me&#231;am a circunfer&#234;ncia do abdômen dos seus 

pacientes.

Alfredo Halpern</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reginaldo,<br />
Vejo o assunto de outra </p>
<p>maneira.<br />
Estamos lutando h&aacute; muitos anos para divulgar a import&acirc;ncia da </p>
<p>obesidade como doen&ccedil;a e a caracteriza&ccedil;&atilde;o da mesma </p>
<p>atrav&eacute;s do IMC enfim se implantou na cabe&ccedil;a da maioria da nossa </p>
<p>popula&ccedil;&atilde;o. Eis que, numa interpreta&ccedil;&atilde;o a meu ver apressada </p>
<p>de alguns estudos cl&iacute;nicos, algumas pessoas sugerem que se esque&ccedil;a o </p>
<p>IMC!<br />
Creio ser desnecess&aacute;rio salientar que realmente o excesso de gordura </p>
<p>mais delet&eacute;rio concentra-se no abdômen e que a avalia&ccedil;&atilde;o de </p>
<p>gordura abdominal (e mais propriamente da gordura visceral) &eacute; &acirc;€“ de um </p>
<p>ponto de vista de risco cardiometab&oacute;lico &acirc;€“ mais importante que o </p>
<p>IMC.<br />
Deve-se salientar no entanto que n&atilde;o conhe&ccedil;o nenhum </p>
<p>indiv&iacute;duo com IMC superior a 30kg/m2 que n&atilde;o tenha as medidas da </p>
<p>circunfer&ecirc;ncia do abdômen superiores aos preconizados como de risco pelo </p>
<p>IDF.<br />
Por outro lado, h&aacute; muitos indiv&iacute;duos com IMC inferior a 30kg/m2 </p>
<p>(e at&eacute; inferior a 25kg/m2)que apresentam essas medidas &#8220;de risco&#8221;.<br />
Sendo </p>
<p>assim, tentando ser pontual e pr&aacute;tico eu diria que valorizem o IMC, sim, em </p>
<p>indiv&iacute;duos com valor acima de acima de 30kg/m2 mas n&atilde;o afastem o risco </p>
<p>cardiometab&oacute;lico em indiv&iacute;duos com IMC inferior a 30kg/m2 (ou mesmo </p>
<p>a 25kg/m2). Por outro lado, me&ccedil;am a circunfer&ecirc;ncia do abdômen dos seus </p>
<p>pacientes.</p>
<p>Alfredo Halpern</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rog&#233;rio 

Oliveira</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-84</link>
		<dc:creator>Rog&#233;rio 

Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2006 15:20:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-84</guid>
		<description>Caro Reginaldo

Novamente venho lembrar que o 

bom cl&#237;nico-endocrinologista examina o paciente como um todo, e determina 

n&#227;o s&#243; o IMC mas tamb&#233;m as outras medidas das cinturas e leva 

em considera&#231;&#227;o outros fatores de risco. N&#227;o vale uma s&#243; 

determina&#231;&#227;o, mas o conjunto de 

vari&#225;veis.

Sauda&#231;&#245;es 

diab&#233;ticas

Rog&#233;rio F. Oliveira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Reginaldo</p>
<p>Novamente venho lembrar que o </p>
<p>bom cl&iacute;nico-endocrinologista examina o paciente como um todo, e determina </p>
<p>n&atilde;o s&oacute; o IMC mas tamb&eacute;m as outras medidas das cinturas e leva </p>
<p>em considera&ccedil;&atilde;o outros fatores de risco. N&atilde;o vale uma s&oacute; </p>
<p>determina&ccedil;&atilde;o, mas o conjunto de </p>
<p>vari&aacute;veis.</p>
<p>Sauda&ccedil;&otilde;es </p>
<p>diab&eacute;ticas</p>
<p>Rog&eacute;rio F. Oliveira</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Izidoro</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-83</link>
		<dc:creator>Izidoro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2006 15:18:22 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Reginaldo.
 
Primeiramente parab&#233;ns 

pelo trabalho desenvolvido no site da SBD. Realmente est&#225; fabuloso.
 
O 

assunto IMC e circunfer&#234;ncia abdominal para diagn&#243;stico predtivo de risco 

de comorbidades &#233; realmente muito importante, uma vez que corremos o risco de 

ser simplistas demais e indicarmos riscos para pessoas que n&#227;o os tenha.
 


Por&#233;m, se tivermos uma metodologia pr&#225;tica para triagem 

populacional seria muito &#250;til para a sa&#250;de p&#250;blica.
 
Talvez 

se tiv&#233;ssemos um logoritmo que considerasse o IMC e a rela&#231;&#227;o da 

circunfer&#234;ncia do quadril e do abdome pudesse chegar a um resultado de triagem 

mais eficaz do que apenas uma das medidas.
 
O que voc&#234; pensa disto 

?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Reginaldo.</p>
<p>Primeiramente parab&eacute;ns </p>
<p>pelo trabalho desenvolvido no site da SBD. Realmente est&aacute; fabuloso.</p>
<p>O </p>
<p>assunto IMC e circunfer&ecirc;ncia abdominal para diagn&oacute;stico predtivo de risco </p>
<p>de comorbidades &eacute; realmente muito importante, uma vez que corremos o risco de </p>
<p>ser simplistas demais e indicarmos riscos para pessoas que n&atilde;o os tenha.</p>
<p>Por&eacute;m, se tivermos uma metodologia pr&aacute;tica para triagem </p>
<p>populacional seria muito &uacute;til para a sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p>Talvez </p>
<p>se tiv&eacute;ssemos um logoritmo que considerasse o IMC e a rela&ccedil;&atilde;o da </p>
<p>circunfer&ecirc;ncia do quadril e do abdome pudesse chegar a um resultado de triagem </p>
<p>mais eficaz do que apenas uma das medidas.</p>
<p>O que voc&ecirc; pensa disto </p>
<p>?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Erich Lisboa</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-80</link>
		<dc:creator>Erich Lisboa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 01:45:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-80</guid>
		<description>Quanto ao IMC como uma &#250;nico marcador de 

obesidade, parece-nos um pouco limitado. Contudo, as outros par&#226;metros 

antropom&#233;tricos dispon&#237;veis para avaliar a obesidade mostram-se 

semelhantes ao IMC. No entanto, quando associamos ao IMC a circunfer&#234;ncia 

abdominal ou a RCQ temos um aumento do potencial diagn&#243;stico com forte valor 

preditivo para as doen&#231;as cardiovasculares. Acredito que vale a pena a 

manuten&#231;&#227;o do IMC associado a outro par&#226;metro (RCQ ou 

circunfer&#234;ncia) para definirmos obesidade e obesidade visceral, sendo esta 

&#250;ltima, mais importante e intimamente ligada aos riscos 

cardiometab&#243;licos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao IMC como uma &uacute;nico marcador de </p>
<p>obesidade, parece-nos um pouco limitado. Contudo, as outros par&acirc;metros </p>
<p>antropom&eacute;tricos dispon&iacute;veis para avaliar a obesidade mostram-se </p>
<p>semelhantes ao IMC. No entanto, quando associamos ao IMC a circunfer&ecirc;ncia </p>
<p>abdominal ou a RCQ temos um aumento do potencial diagn&oacute;stico com forte valor </p>
<p>preditivo para as doen&ccedil;as cardiovasculares. Acredito que vale a pena a </p>
<p>manuten&ccedil;&atilde;o do IMC associado a outro par&acirc;metro (RCQ ou </p>
<p>circunfer&ecirc;ncia) para definirmos obesidade e obesidade visceral, sendo esta </p>
<p>&uacute;ltima, mais importante e intimamente ligada aos riscos </p>
<p>cardiometab&oacute;licos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alberto 

Ramos</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-78</link>
		<dc:creator>Alberto 

Ramos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 15:33:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-78</guid>
		<description>Meu caro amigo

    H&#225; algum 

tempo que sou cr&#237;tico da simples medida do IMC. Em sala de aula tenho citado 

como exemplo o de Myke Tyson. Em uma de suas lutas, quando estava no auge (veja 

quanto tempo faz), ele que mede cerca de 180 cm tinha o peso de quase 100 kg o que 

d&#225; um IMC aproximado de 31. Algu&#233;m iria dizer ao brutamontes que ele 

era obeso? Em primeiro lugar porque n&#227;o era. Em segundo porque o mesmo era 

(&#233;?) um tanto esquentado. Poderia reagir.

    Desta forma, na minha 

pr&#225;tica cl&#237;nica eu tenho dado mais aten&#231;&#227;o 'a 

rela&#231;&#227;o cintura-quadril. Quando sa&#237;ram os estudos relacionando 

apenas a cintura abdominal com o risco cardiovascular eu expressei a necessidade de 

adapta&#231;&#227;o uma vez que a nossa constitui&#231;&#227;o &#233; 

diferente da dos caucasianos.

    Mesmo atualmente, com as 

adapta&#231;&#245;es j&#225; feitas, tenho notado uma expressiva parcela da 

popula&#231;&#227;o que tem cintura abdominal normal e rela&#231;&#227;o 

cintura-quadril alterada mostrando a necessidade de haver outra 

adapta&#231;&#227;o, desta feita regional, para a medida da cintura abdominal.

  

  Esta adapta&#231;&#227;o se faz necess&#225;ria porque &#233; muito mais 

fact&#237;vel a medida apenas da cintura do que cintura e quadril. Estou fazendo um 

levantamento de minhas pacientes para descobrir qual o percentual de cinturas normais 

com RCQ alterada. Mostro em Recife.

Um abra&#231;o
Alberto 

Ramos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro amigo</p>
<p>    H&aacute; algum </p>
<p>tempo que sou cr&iacute;tico da simples medida do IMC. Em sala de aula tenho citado </p>
<p>como exemplo o de Myke Tyson. Em uma de suas lutas, quando estava no auge (veja </p>
<p>quanto tempo faz), ele que mede cerca de 180 cm tinha o peso de quase 100 kg o que </p>
<p>d&aacute; um IMC aproximado de 31. Algu&eacute;m iria dizer ao brutamontes que ele </p>
<p>era obeso? Em primeiro lugar porque n&atilde;o era. Em segundo porque o mesmo era </p>
<p>(&eacute;?) um tanto esquentado. Poderia reagir.</p>
<p>    Desta forma, na minha </p>
<p>pr&aacute;tica cl&iacute;nica eu tenho dado mais aten&ccedil;&atilde;o &#8216;a </p>
<p>rela&ccedil;&atilde;o cintura-quadril. Quando sa&iacute;ram os estudos relacionando </p>
<p>apenas a cintura abdominal com o risco cardiovascular eu expressei a necessidade de </p>
<p>adapta&ccedil;&atilde;o uma vez que a nossa constitui&ccedil;&atilde;o &eacute; </p>
<p>diferente da dos caucasianos.</p>
<p>    Mesmo atualmente, com as </p>
<p>adapta&ccedil;&otilde;es j&aacute; feitas, tenho notado uma expressiva parcela da </p>
<p>popula&ccedil;&atilde;o que tem cintura abdominal normal e rela&ccedil;&atilde;o </p>
<p>cintura-quadril alterada mostrando a necessidade de haver outra </p>
<p>adapta&ccedil;&atilde;o, desta feita regional, para a medida da cintura abdominal.</p>
<p>  Esta adapta&ccedil;&atilde;o se faz necess&aacute;ria porque &eacute; muito mais </p>
<p>fact&iacute;vel a medida apenas da cintura do que cintura e quadril. Estou fazendo um </p>
<p>levantamento de minhas pacientes para descobrir qual o percentual de cinturas normais </p>
<p>com RCQ alterada. Mostro em Recife.</p>
<p>Um abra&ccedil;o<br />
Alberto </p>
<p>Ramos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio 

Roberto</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-77</link>
		<dc:creator>Antonio 

Roberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 15:32:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-77</guid>
		<description>Prezado Senhor,

Realmente 

est&#225; cada vez mais dif&#237;cil fazer Endocrinologia (ou Medicina como um 

todo). Acho que nossa fun&#231;&#227;o &#233; prevenir doen&#231;as e tentar 

salvar vidas.

O risco de algumas pessoas leigas interpretarem erroneamente os 

dados apresentados n&#227;o &#233; pequeno. O problema da obesidade mundial e 

de suas co-morbidades n&#227;o pode ser desprezado.

O IMC ainda &#233; o 

&#237;ndice mais facilmente avaliado em quase todos os servi&#231;os 

m&#233;dicos, com alguns calculando o &#237;ndice cintura-quadril para melhor 

acuidade. Se formos desprez&#225;-lo por base em um estudo, n&#227;o 

considerando os outros, corremos s&#233;rio risco de considerar pacientes de risco 

como normais, ou ainda de tentar usar outros par&#226;metros n&#227;o habituais na 

pr&#225;tica di&#225;ria da maior parte da popula&#231;&#227;o 

m&#233;dica.

Atenciosamente,
Antonio Roberto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Senhor,</p>
<p>Realmente </p>
<p>est&aacute; cada vez mais dif&iacute;cil fazer Endocrinologia (ou Medicina como um </p>
<p>todo). Acho que nossa fun&ccedil;&atilde;o &eacute; prevenir doen&ccedil;as e tentar </p>
<p>salvar vidas.</p>
<p>O risco de algumas pessoas leigas interpretarem erroneamente os </p>
<p>dados apresentados n&atilde;o &eacute; pequeno. O problema da obesidade mundial e </p>
<p>de suas co-morbidades n&atilde;o pode ser desprezado.</p>
<p>O IMC ainda &eacute; o </p>
<p>&iacute;ndice mais facilmente avaliado em quase todos os servi&ccedil;os </p>
<p>m&eacute;dicos, com alguns calculando o &iacute;ndice cintura-quadril para melhor </p>
<p>acuidade. Se formos desprez&aacute;-lo por base em um estudo, n&atilde;o </p>
<p>considerando os outros, corremos s&eacute;rio risco de considerar pacientes de risco </p>
<p>como normais, ou ainda de tentar usar outros par&acirc;metros n&atilde;o habituais na </p>
<p>pr&aacute;tica di&aacute;ria da maior parte da popula&ccedil;&atilde;o </p>
<p>m&eacute;dica.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Antonio Roberto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rosilda de Mendon&#231;a 

Vaz</title>
		<link>http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/comment-page-1/#comment-76</link>
		<dc:creator>Rosilda de Mendon&#231;a 

Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 15:31:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.diabetes.org.br/2006/08/29/devemos-continuar-usando-o-imc-bmi-como-um-marcador-de-risco-de-doenca-cardiovascular/#comment-76</guid>
		<description>Diante de tantas controv&#233;rsias fica 

dif&#237;cil excluir este ou aquele indicador.Muitos trabalhos t&#234;m demonstrado o 

valor da medida da cintura com indicador da presen&#231;a de gordura visceral. 

Tamb&#233;m temos visto os falsos magros &#8221; IMC normal &#8220; com 

cintura elevada. Temos que ter bom senso e considerar todos os par&#226;metros que 

possam aumentar o risco de DCV.Concordo com o prof Bernardo 

L&#233;o.

Rosilda de Mendon&#231;a Vaz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de tantas controv&eacute;rsias fica </p>
<p>dif&iacute;cil excluir este ou aquele indicador.Muitos trabalhos t&ecirc;m demonstrado o </p>
<p>valor da medida da cintura com indicador da presen&ccedil;a de gordura visceral. </p>
<p>Tamb&eacute;m temos visto os falsos magros &#8221; IMC normal &#8220; com </p>
<p>cintura elevada. Temos que ter bom senso e considerar todos os par&acirc;metros que </p>
<p>possam aumentar o risco de DCV.Concordo com o prof Bernardo </p>
<p>L&eacute;o.</p>
<p>Rosilda de Mendon&ccedil;a Vaz</p>
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